QUAL FOI O PECADO DE ADÃO E EVA? (ESTUDO EM GÊNESIS 3: A CRIAÇÃO, A QUEDA E A NATUREZA)
Euler Sandeville Jr.
São Paulo, 28 de maio de 2016

 

Pensamentos de contrariedade entre espírito e natureza, entre homem e natureza, entre prazer e criação e, inversamente, a associação entre prazer como residindo no domínio do pecado, simplesmente não são bíblicos. Neste texto, após considerações em outros nesta seção sobre o modo como isso tem sido abordado em nossa cultura ocidental, tratarei do prazer e da beleza da natureza em seu sentido bíblico. Apresento um estudo que narra alguns dos aspectos contidos nos três primeiros capítulos de Gênesis, que também são os primeiros de toda a Bíblia. Um bom resumo desse conteúdo pode nos ser dado pelo verso:

“E YHWH Deus fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis à vista e boas para comida, ,…” (Gênesis 2.9).

Se lermos o primeiro capítulo da Bíblia, que trata da criação, veremos que essa parece ser, de fato, a tônica do capítulo, ao revelar o poder e o cuidado de Deus em sua criação:

 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.
A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra, para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.
Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.
Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

Acima reproduzi os versos do primeiro capítulo de Gênesis que mencionam como Deus, a cada obra que fazia na criação do mundo, ia apreciando, saboreando o resultado. A palavra bom, ou boa, assim traduzida em nossas Bíblias, talvez perca um pouco do sentido original.

Muita gente, em seu entendimento, parece ler em “era bom” o equivalente a “era útil”, ou que funcionava. Ao contrário, “era bom” indica a perfeição e a sabedoria que não pode ser reduzida na Bíblia ao mero funcionamento, pensamento típico em nossa sociedade, mas não daqueles tempos. Mais, a leitura ritmada desse capítulo indica que essa apreciação que vamos encontrar no Gênesis – era Bom, era Boa – é uma apreciação cuidadosa que Deus fazia de cada coisa, carinhosa, afetiva. Poética.

O que significa, então, dizer que as coisas criadas eram agradáveis à vista, ou formosas, e boas para comida?

A palavra hebraica traduzida como “formosas (à vista)”, ou em outras traduções “agradáveis (aos olhos)”, é neḥ-māḏ (חָמַד), que pode ser traduzida, segundo o que pude apurar, como desejável, que dá prazer. E a palavra que indica boas (para comer) é wə-ṭō-wḇ (towb. טוֹב): que significa bom, agradável (em inglês pleasant, agreeable).

Paradoxalmente, para o senso comum e para o leitor desatento, essas são as mesmas palavras que irão aparecer no momento que, em Gênesis 3:6, Eva contempla o fruto proibido e percebe que era “agradável ao paladar, muito atraente aos olhos”:

“Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa (ṭō-wḇ) para se comer, e agradável (tah-av-aw’) aos olhos, e árvore desejável (wə-neḥ-māḏ) para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu”.

Agora, por qual razão as pessoas resolveram ficar só com Gênesis 3:6, em que o agradável passa a ser indevidamente identificado com o pecado, é que não sei. O capítulo 2 de Gênesis (2.9), que lemos logo acima e antecede estes últimos versos citados, não nos diz só que Deus criou toda sorte de coisas boas e formosas. De fato, o verso 2.9 continua discriminando essa criação. Observe que, de fato, duas árvores se distinguiam no seio das coisas criadas, que não eram para comida:

“E o YHWH Deus fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis (neḥ-māḏ) à vista e boas (wə-ṭō-wḇ) para comida, bem como a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal”.

Se lermos um pouco mais adiante, veremos o fato desconcertante de que, mesmo sendo assim, YHWH não proibiu que o homem usufruísse da árvore da vida. De fato, dentre a infinidade de coisas criadas, todas ao alcance do homem, havia apenas uma única exceção, e a razão dessa interdição foi dada com toda a clareza:

“E YHWH deu a seguinte ordem ao homem: ‘Comerás livremente o fruto de qualquer espécie de árvore que está no jardim; contudo, não comerás da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comeres, com toda a certeza morrerás!’” (Gênesis 2.16-17).

“No dia em que dela comeres, com toda a certeza morrerás!”, é o que está escrito aí. No entanto, porque Eva e Adão comeram? Primeiro, porque, ao invés de responderem ao diabo: “Deus disse”, e encerrarem a conversa, foram se deixando rodear e penetrar pela dúvida primeiro, pela ambição depois:

“É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais” (Gênesis 3.1-3).

Uma vez estabelecido o diálogo, a partir de uma afirmação falsa, coloca-se a dúvida. A Bíblia nos diz que sem fé é impossível agradar a Deus, e que os que são filhos da fé é que são filhos de Deus. Ao surgir a dúvida, embora tudo lhes estivesse à disposição, também surge o desejo de obter algo por si mesmo à revelia de Deus, como também depois acontecerá no relato da torre de Babel e em muitas outras ocasiões (“Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamo-nos um nome” Gênesis 11.4).

O que é esse conhecimento do bem e do mal? As pessoas pensam apenas no fruto, capaz de dar esse conhecimento, e este é o erro. Atentam para a atração do fruto, ou do conhecimento, e esquecem a essência do que está em jogo. Não indagam o que é o bem e o mal. O conhecimento do bem e do mal é o conhecimento da presença e da ausência de Deus, que é a experiência da presença e da separação de Deus.

“Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu” (Gênesis 3.4-6).

Adão e Eva duvidaram da bondade de Deus, julgando que Deus lhes reservara de algo, ou seja, algo que só Deus saberia, e que comendo seriam iguais a Deus: “e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal”, conforme outra tradução. Ora, não haveria nada de errado, se houvesse um conhecimento que só competisse a Deus. Só que não era o que estava em jogo. De Deus não procede o mal, na verdade, ao comerem o fruto tornaram-se apartados de Deus, como o Diabo que lhes tentava. O que conheceram não foi a Deus.

A palavra bem é a mesma que aparece em todo o primeiro capítulo (ṭō·wḇ), quando Deus aprecia todas as coisas: é uma prerrogativa de Deus, como veremos mais adiante ao citar a carta atribuída a Tiago, citada um pouco mais adiante. A palavra mal (ra’ רָע) é, por exemplo, a mesma que aparece em Gênesis 13.13 quando se diz que “Ora, os homens de Sodoma eram maus (ra’ רָע) e grandes pecadores contra o Senhor”. Todo bem procede de Deus, autor e consumador da vida, o mal é a negação de Deus, sua ausência. O conhecimento de deus já tinham, o que não tinham era o mal. Quer ainda ver mais como o conhecimento do mal é o afastamento de Deus? Após comerem, Adão e Eva não caem fulminados, vivem longamente, o que eles fazem, de fato, é esconderem-se de Deus procurando esconder seu erro.

Ainda assim, todas as coisas, desde Gênesis 1, inclusive a árvore interditada ao homem, têm essa característica de serem boas, agradáveis, feitas com cuidado e atenção, capazes de revelar a beleza (compare acima os versos de Gênesis 2.9, 2.16-17 e 3.6, bem como os do capítulo 1 já citados). Portanto, não é no agrado dos olhos em si que está o problema de Gênesis 3.6, mas por alguma razão mesquinha e corrupta as pessoas quiseram identificar o agradável com o pecado de que trata o mesmo versículo, e com a punição decorrente. Punição sem dúvida justa, mas que é sobre o pecado, e não sobre o bom ou o agradável, porque isso o eram todas as coisas que Deus fez desde o início, como lemos antes.

Se não é este o sentido, porque há essa sobreposição tão arraigada no senso comum? Em parte porque ninguém gosta da punição, e muito menos de reconhecer seus erros, sobretudo quando os resultados são graves. A tendência é esconder a própria consciência do erro e evadir-se da punição. Simplesmente não faz sentido, pela Bíblia, esse desvio. Pode ser que faça sentido apenas pela consciência de pessoas atormentadas procurando desviar para a exterioridade de si a causa de seus erros.

Para clareza, vamos ler novamente o trecho: “Quando a mulher observou que a árvore realmente parecia agradável ao paladar (1), muito atraente aos olhos (2) e, além de tudo, desejável para dela se obter sagacidade (discernimento)…” Bem, todos sabem o que aconteceu depois, como já vimos acima.

O que não se repara é que “agradável ao paladar”(1) , “atraente aos olhos” (2) e “desejável para” (3) não é o real problema! Quem foca nisso, como disse Jesus em um outro lugar, observa o cisco e não vê a trave. Isto é, deturpando o que é bom, deixa fluir o pecado. Não é no agradável, no atraente e no desejável, do qual sem dúvida pode se valer o pecado, mas é no coração que produz a maldade e a recusa de Deus, que oculta seus desejos ou escusas, que está o problema.

De fato, todos devem lembrar que a primeira atitude de Adão e Eva, após formarem consciência do pecado, foi esconder-se entre as árvores e ocultar sua vergonha, com um artifício que, evidentemente, era frágil. Mais ainda, arguidos por Deus, imediatamente procuraram ainda ocultar a culpa, transferindo Adão para Eva, e esta para a serpente. O coração procura ocultar seu pecado, torná-lo exterior a si, seja através culpar algo que o atrai, seja através de culpar um outro por seu próprio erro.

O mal entra em Gênesis 3, mas não decorre de ser atraente e sim do desejo específico que move Eva e Adão, obter algo de que Deus não lhes falou, duvidando dele, e subindo a arrogância em seus corações.

“Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. Quando ouviram a voz de YHWH Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença de YHWH Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. E chamou YHWH Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi. Perguntou-lhe Deus: Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses? Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. Disse YHWH Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi” (Gênesis 3.7-13).

Bem disse Jesus, não é o que é exterior o que contamina o homem, mas o que sai de seu coração:

“Hipócritas! Bem profetizou Isaías sobre vós, denunciando: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; pois ensinam doutrinas que não passam de regras criadas por homens’. Então, Jesus conclamou a multidão a aproximar-se e pregou: “Ouvi e entendei! Não é o que entra pela boca o que torna uma pessoa impura, mas o que sai da boca, isto sim, corrompe a pessoa’” (Mateus 15.7-11).

A carta de Tiago, no Novo Testamento, nos explica o que ocorreu. Preste atenção ao que dissemos acima, ao ler estes versículos a seguir:

“Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. Não vos enganeis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. Segundo a sua própria vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tiago 1.13-18).

É o desejo ardente, a concupiscência, que tenta, e isso não vem de fora. “Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência”. Ele insiste nesse ponto, e também não permite margem a dúvidas: tudo o que vem de Deus é uma boa dádiva e perfeito.

A palavra hebraica em Gênesis 3.6 traduzida por boa (1) para comer é a mesma ṭō-wḇ que vimos em Gênesis 2:9 referindo-se a boas (para comer)”, de modo que não resta dúvida que as coisas boas para comer em Gênesis 2 eram também atraentes, e não só não há mal algum nisso, como há virtude, segundo Gênesis 2. Da mesma forma, o problema em Gênesis 3.6, como já espero ter deixado claro, não era ser atraente ou saboroso o fruto, mas em experimentar, tornar-se partícipe do mal.

A palavra traduzida por agradável é tah-av-aw’, e esta não pesquisei, mas basicamente significa desejo. Aparece em outros locais com um sentido negativo, como no Salmo 10.3 (“Pois o ímpio gloria-se do desejo do seu coração, e o que é dado à rapina despreza e maldiz o Senhor”), mas no mesmo salmo, no verso 17 vem com sentido positivo (“Tu, Senhor, ouvirás os desejos dos mansos; confortarás o seu coração; inclinarás o teu ouvido,…”). O que parece bem óbvio, não é no desejo em si, que nos foi dado por Deus, e sim na natureza do coração desejante e na qualidade do desejo, que está a qualidade e o sentido.

Já a palavra traduzida por desejável é wə-neḥ-māḏ (וְנֶחְמָ֤ד), também está Gênesis 2:9, como vimos, traduzida como formosa. “Formosas à vista” ou “agradáveis aos olhos” eram, portanto, todas as coisas criadas. O que dizia mesmo Gn 2:9? Que “YHWH Deus fez crescer do solo toda espécie de árvores formosas (neḥ-māḏ) de ver e boas (wə-ṭō-wḇ) de comer,…” no jardim em que colocou o homem e a mulher, e onde só depois se desenrola o acontecimento de Gênesis 3:6. A satisfação não é contrária à criação de Deus.

Isso não quer dizer que tudo o que seja agradável é bom para nós, como fica claro em Gênesis 3. O problema de Gênesis 3, entretanto, não era existir prazer, mas seu deslocamento através da cobiça que operou pela incredulidade, pela dúvida e pela ambição no coração de Eva e Adão. O que espanta é que, em meio a uma infinidade incontável de coisas agradáveis, continuamos dando maior importância para aquela única que trazia castigo. É, sem dúvida, um problema de foco e de má consciência.

Em Gênesis 1 lemos, no primeiro parágrafo da Bíblia, que Deus no princípio criou (ou começou a criar) o céu e a terra, mas a terra era deserta (vazia) e imersa em confusão, sem forma. São estas as três frases iniciais da Bíblia, na quarta ficamos sabendo que Deus criou a luz. Há pessoas que querem ver aí um paralelo com as teorias científicas da origem do mundo, inclusive com a explosão do Big Bang, também conhecido de modo mais apropriado pelos irreverentes artistas do início do século 20, como Big Band, ou seja, jazz. Não há qualquer necessidade de buscar esse paralelismo de Gênesis com a ciência. Mas há que se ler com atenção e entender o que está ali.

Em Gênesis 1:4, que talvez se possa dizer que é o segundo parágrafo da Bíblia, e a quinta frase, vamos encontrar algo que certamente deixa as pessoas mal humoradas e taciturnas ainda mais mal humoradas e iracundas. Deus viu que era bom. É, “Deus viu que a luz era boa”. Era boa. Ou seja, Ele criou e apreciou cuidadosamente cada coisa criada, como indica a sucessiva repetição dessa apreciação a cada conjunto de coisas criadas. Surpreenda-se: a palavra hebraica que expressa essa conclusão de Deus, de que era boa e portanto aprazível, é, mais uma vez, aliás, pela primeira vez na Bíblia, ṭō-wḇ (טוֹב); que já sabemos, traz em seu campo semântico o sentido de agradável. A luz era agradável! E assim cada coisa, agradável, boa, bela, desejável, útil, capaz de produzir satisfação não só nos seres criados, mas em Deus.

Que coisa, não? Segundo o relato bíblico há uma dimensão estética e prazerosa na criação, não apenas para o homem, mas para Deus. O funcionalismo veio depois, muito depois. O ódio à natureza e sua destruição utilitarista também. É por isso que a cada coisa criada, Deus a aprecia e conclui: era boa, era bela, era perfeita, agradável. O faz com afeto. Era bela e boa, era ética e bela, sensível e prazerosa, atendendo perfeitamente a todos os propósitos com afeto e alegria, com satisfação do nosso Criador. O problema não está na qualidade das coisas, mas no coração que, afastando-se de Deus, reserva para si o horizonte da morte. Este, entretanto, como vemos claramente nas escrituras, não é o desejo de Deus para ninguém.

 

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* Nota: a tradução habitualmente utilizada neste sítio é a de João Ferreira de Almeida, Atualizada (JFA), que se você for comprar uma Bíblia recomendo que dê preferência a esta, ou à versão da Bíblia na Linguagem de Hoje, se você ainda está apenas começando. Quando utilizar outra tradução neste sítio isso será indicado através da abreviatura: KJA (King James Atualizada), BJ (Bíblia de Jerusalém). É necessário lembrar que são traduções de um idioma antigo, mas como verá, o sentido essencial não muda.